Anúncios

Arquivos do Blog

Morar: centro de apoio às pessoas em situação de rua no Brás (TCC)

Autor: Grace Jordão Pasqualetti.

UNIP Anchieta.

Orientador: Prof. Marcelo Sbarra.

Membros da banca: Prof. Felipe Lima (convidado externo) e Prof. Rita de Cássia Pires (UNIP)

(Junho 2017)

 

pranchas banca final-01

Prancha 01

 

pranchas banca final-02

Prancha 02

 

pranchas banca final-03

Prancha 03

 

pranchas banca final-04

Prancha 04

 

pranchas banca final-05

Prancha 05

 

pranchas banca final-06

Prancha 06

 

pranchas banca final-07

Prancha 07

 

pranchas banca final-08

Prancha 08

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Anúncios

Rampas acessíveis (NBR 9050) – II

Como vimos no post anterior (link aqui), as rampas possuem uma série de recomendações a serem seguidas.

Utilizamos como exemplo um desnível de 80cm, que pode ser vencido em um único lance de rampa, de inclinação i = 8,33%, ocupando uma projeção horizontal (comprimento de rampa) igual a 9,60m.

A Norma estabelece alturas máximas a serem vencidas, em função da inclinação adotada.

Exemplo: Para vencer um desnível de 1,50m, utilizando uma rampa com inclinação de 8,33%, qual o comprimento necessário?

Aplicando a fórmula:

150

Sabemos então que o comprimento horizontal será de 18,00m – porém como sabemos que o desnível máximo que a rampa de i=8,33% pode vencer é de 80cm, podemos dividir a rampa em dois seguimentos de 9,00m, cada um vencendo a altura de 0,75m (metade da altura h=1,50m).

(Podemos ter várias soluções diferentes, adotando alturas diferentes a serem vencidas a cada lance ou mesmo a posição de cada lance)

Uma das soluções, adotando uma rampa totalmente reta (bastante utilizada em projetos de grandes espaços livres ou projetos em que o percurso seja algo a ser explorado, como Museus, por exemplo, seria:

RAMPA 150 1

Rampa reta vencendo desnível de 1,50m, com dois lances de h=0,75m e comprimento igual a 9,00m, cada

RAMPA 150 1-1

Trecho inicial do Corte A, mostrando as duas alturas do corrimão e o guarda-corpo. Notar a guia de balizamento, que funciona como uma pequena mureta. O guarda-corpo avança 30cm do início da suvida da rampa

RAMPA 150 1-2

Trecho do Corte A, passando pelo Patamar Intermediário, a 75cm de altura do início da rampa

RAMPA 150 1-3

Trecho final do Corte A, chegando no nível 1,50m acima do início da rampa.

 

RAMPA 150 1-4

No Corte B conseguimos ver a altura da guia de balizamento em corte (neste exemplo, usamos uma fiada de alvenaria) e o guarda-corpo apoiado sobre esta guia. Os corrimãos, por sua vez, estão fixados na estrutura do guarda-corpo, com as duas alturas exigidas (70 e 92 cm)

RAMPA 150 1-5

Podemos ver, em planta, o início da rampa com o piso tátil e corrimão, afastado 30cm do início da subida da rampa. Sempre inicamos o sentido de SUBIDA das rampas

RAMPA 150 1-6

Sempre é necessário indicar a inclinação da rampa (neste caso, i = 8,33%) assim como o comprimento horizontal que ela percorre (neste caso, 9,00m)

 

RAMPA 150 1-7

Trecho planta mostrando o Patamar Intermediário, a 75cm de altura do início da rampa. Seu comprimento é igual a largura (1,50m)

RAMPA 150 1-8

Podemos ver, em planta, a chegada na rampa, 1,50m acima do nível em que ela começou. A largura livre mínima recomendada é de 1,50m – que corresponde ao giro de 360º de uma cadeira de rodas.

Uma outra solução – bstante utilizada quando o espaço em planta precisa ser mais otimizado – é a rampa em U.

 

RAMPA 150 2-1

Rampa em U, vencendo desnível de 1,50m, com dois lances de h=0,75m e comprimento igual a 9,00m, cada

 

 

RAMPA 150 2-2

Trecho inicial do Corte A, mostrando as duas alturas do corrimão e o guarda-corpo. Notar a guia de balizamento, que funciona como uma pequena mureta. O guarda-corpo avança 30cm do início da suvida da rampa – este trecho é igual ao primeiro exemplo

 

 

RAMPA 150 2-3

Trecho do Corte A, passando pelo Patamar Intermediário, a 75cm de altura do início da rampa – note que este trecho do corte é bastante diferente do exemplo 1

 

 

RAMPA 150 2-4

No Corte B conseguimos ver a altura da guia de balizamento em corte (neste exemplo, usamos uma fiada de alvenaria) e o guarda-corpo apoiado sobre esta guia. Os corrimãos, por sua vez, estão fixados na estrutura do guarda-corpo, com as duas alturas exigidas (70 e 92 cm). No Corte B conseguimos ver que no patamar a largura da rampa é o dobro do primeiro exemplo

 

 

RAMPA 150 2-5

Podemos ver, em planta, o início da rampa com o piso tátil e corrimão, afastado 30cm do início da subida da rampa. Sempre inicamos o sentido de SUBIDA das rampas. Vemos também a mureta que ocorre no nível + 1,50m, de modo que o usuário esteja protegido de queda na chegada no nível +1,50m

 

 

RAMPA 150 2-6

Sempre é necessário indicar a inclinação da rampa (neste caso, i = 8,33%) assim como o comprimento horizontal que ela percorre (neste caso, 9,00m) – como no primeiro exemplo

 

 

RAMPA 150 2-7

Trecho planta mostrando o Patamar Intermediário, a 75cm de altura do início da rampa. Seu comprimento é igual ao dobro da largura da rampa 

 

 

RAMPA 150 2-8

Podemos ver, em planta, a chegada na rampa, 1,50m acima do nível em que ela começou. A largura livre mínima recomendada é de 1,50m – que corresponde ao giro de 360º de uma cadeira de rodas. Notar a mureta de proteção.

 

Para a determinação da largura da rampa, devem ser atendidas as regras aplicadas ao cálculo de população e fluxo de pessoas (ver NBR 9077 e IT-11), sendo a largura livre mínima recomendável de 1,50m, sendo o mínimo admissível de 1,20m. 

Os corrimãos devem ser considerados em cada lado da rampa e deve ter duas alturas (70 e 92cm). No caso de não haver paredes laterais, as rampas devem ter guarda-corpos e guias de balizamento (altura mínima de 5cm, não interferindo na largura mínima da rampa), além dos corrimãos. Quando a rampa tiver mais de 2,40m de largura é necessário pelo menos um corrimão intermediário, garantindo uma faixa de circulação com largura mínima de 1,20m. Para maiores informações sobre corrimãos e guarda-corpos, consultar a íntegra da Norma.

Os patamares no início e término das rampas devem ter dimensão longitudinal mínima de 1,20m. Entre os seguimentos de rampas devem haver patamares intermediários com dimensão longitudinal mínima de 1,20m. Quando houver mudança de direção, os patamares devem ter dimensões iguais a largura da rampa.

Observação importante: estas informações são direcionadas a projetos acadêmicos – para projetos “da vida real” é indispensável a contratação de um Arquiteto para a verificação das necessidades de seu projeto e adequações a legislação de sua municipalidade.

Rampas acessíveis (NBR 9050)

Uma das questões mais importantes – e complexas – da aplicação da Norma de Acessibilidade (NBR 9050) são as rampas para acesso de pedestres. Não só os cadeirantes a utilizam – pessoas idosas, com dificuldade de locomoção, mães com carrinhos de crianças e uma série de outras situações fazem o acesso somente por escadas ser inapropriado.

Em se tratando de grandes desníveis a serem vencidos – por exemplo, a circulação vertical de um edifício – considera-se que os elevadores são acessíveis e, portanto, atendem a NBR 9050.

No entanto, é bastante comum existirem desníveis entre o nível de acesso da edificação e o hall de elevadores, por exemplo. A regra é simples: onde existir desnível/escada deverá ser prevista rampa.

A Norma define rampa como qualquer superfície com inclinação igual ou superior a 5%. A inclinação de uma rampa é dada pela fórmula:

inclinaçãoonde

i = inclinação da rampa (em percentagem)

h = altura do desnível

c = comprimento da rampa (projeção horizontal)

Em geral, já sabemos a inclinação a adotar e o desnível a vencer, então podemos calcular o comprimento horizontal da rampa pela fórmula:

comprimentoExemplo: Para vencer um desnível de 80cm (0.80m), utilizando uma rampa com inclinação de 8,33%, qual o comprimento necessário?

960Resposta: São necessários 9,60m.

rampa desnivel80

Rampa acessível, com elementos exigidos pela NBR 9050

trecho corte a

Trecho do Corte A, mostrando as alturas do corrimão (70 e 92cm) e o guarda-corpo. Notar a guia de balizamento, que funciona como uma espécie de pequena mureta. O guarda-corpo avança 30cm do início da subida da rampa.

trecho corte a2

Trecho do Corte A, mostrando as alturas do corrimão (70 e 92cm) e o guarda-corpo. Notar a guia de balizamento, que funciona como uma espécie de pequena mureta. O guarda-corpo avança 30cm da chegada da rampa.

corteb

No Corte B conseguimos ver a altura da guia de balizamento em corte (neste exemplo, usamos uma fiada de alvenaria) e o guarda-corpo apoiado sobre esta guia. Os corrimãos, por sua vez, estão fixados na estrutura do guarda-corpo, com as duas alturas exigidas (70 e 92 cm)

 

planta trecho

Podemos ver, em planta, o início da rampa com o piso tátil e corrimão, afastado 30cm do início da subida da rampa. Sempre inicamos o sentido de SUBIDA das rampas

planta trecho2

Sempre é necessário indicar a inclinação da rampa (neste caso, i = 8,33%) assim como o comprimento horizontal que ela percorre (neste caso, 9,60m)

planta trecho3

Podemos ver, em planta, a chegada na rampa, 80cm acima do nível em que ela começou. A largura livre mínima recomendada é de 1,50m – que corresponde ao giro de 360º de uma cadeira de rodas.

 

A Norma estabelece limites de altura máximos a serem vencidos por cada seguimento de rampa, em função de sua inclinação.

rampas

Exemplo: Para vencer um desnível de 1,50m, utilizando uma rampa com inclinação de 8,33%, qual o comprimento necessário?

Aplicando a fórmula:

150

Sabemos então que o comprimento horizontal será de 18,00m – porém como sabemos que o desnível máximo que a rampa de i=8,33% pode vencer é de 80cm, podemos dividir a rampa em dois seguimentos de 9,00m, cada um vencendo a altura de 0,75m (metade da altura h=1,50m).

Em projetos da “vida real” costuma-se sempre utilizar a inclinação máxima de 8,33% de forma a otimizar o espaço ocupado pela rampa. No caso de reformas, quando não for possível adotar as inclinações acima, a Norma admite rampas com inclinação máxima de 12,5%, com restrições de alturas a serem vencidas e número máximo de segmentos. Rampas em curva também costuma ser evitadas, pois além de ocuparem espaços maiores possuem exigências quanto a inclinação transversal.

Excepcionalmente, para o caso de auditórios, a Norma admite que as rampas que atendam a circulação da platéia possam ter inclinação máxima de 12%. É exigido que uma rota acessível interligue os espaços da platéia, ao palco e bastidores. O desnível entre o palco e a platéia deve ser vencido por rampa com largura mínima de 90cm e inclinação máxima de 16,66% (para desnível de até 60cm) ou 10% (para desníveis maiores que 60cm) e devem possuir guia de balizamento, não sendo necessário guarda-corpo e corrimão. A rampa – ou equipamento eletromecânico que a substitua – deve se situar em local de acesso imediato, porém discreto e fora do alcance visual da platéia.

Para a determinação da largura da rampa, devem ser atendidas as regras aplicadas ao cálculo de população e fluxo de pessoas (ver NBR 9077 e IT-11), sendo a largura livre mínima recomendável de 1,50m, sendo o mínimo admissível de 1,20m. 

Os corrimãos devem ser considerados em cada lado da rampa e deve ter duas alturas (70 e 92cm). No caso de não haver paredes laterais, as rampas devem ter guarda-corpos e guias de balizamento (altura mínima de 5cm, não interferindo na largura mínima da rampa), além dos corrimãos. Quando a rampa tiver mais de 2,40m de largura é necessário pelo menos um corrimão intermediário, garantindo uma faixa de circulação com largura mínima de 1,20m. Para maiores informações sobre corrimãos e guarda-corpos, consultar a íntegra da Norma.

Os patamares no início e término das rampas devem ter dimensão longitudinal mínima de 1,20m. Entre os seguimentos de rampas devem haver patamares intermediários com dimensão longitudinal mínima de 1,20m. Quando houver mudança de direção, os patamares devem ter dimensões iguais a largura da rampa.

Observação importante: estas informações são direcionadas a projetos acadêmicos – para projetos “da vida real” é indispensável a contratação de um Arquiteto para a verificação das necessidades de seu projeto e adequações a legislação de sua municipalidade.

Configurando os Layers do desenho (Parte I) – Entendendo as camadas representadas no desenho

Em posts anteriores já abordamos a importância da correta configuração de tamanhos de letras, cotas, simbologias, peso gráfico no desenho do Projeto de Arquitetura. Já destacamos que quem rege toda essa padronização é a NBR 6492 – Representação de projetos de arquitetura.

Esta NBR está em revisão há cerca de 2 anos pois quando foi elaborada considerava – em sua totalidade – o desenho feito a mão livre ou a instrumentos – seja ele a grafite, caneta nanquim – nas tradicionais mesas de desenho com réguas paralelas, esquadros, etc.

Este tipo de desenho NÃO pode morrer! As atuais gerações e as próximas PRECISAM ter conhecimento do ofício do Arquiteto que tem como ponto de partida o DESENHO.

O chamado “peso gráfico”nada mais é do que um refinamento do pensamento arquitetônico: elementos mais “fortes” são representados com traços mais “grossos” por uma questão de simplificação do entendimento. As “camadas”que compõem um desenho podem ser entendidas como etapas de construção de uma edificação, na vida real.

Em outras palavras, uma parede é desenhada com a linha mais forte do que uma janela ou porta não porque sejam mais “pesadas” no sentido físico da coisa (até são), mas porque constituem um elemento de fechamento, algo que vem a ser construído/executado antes da colocação das portas/janelas.

Este mesmo raiocínio nos permite concluir que, num desenho, os elementos estruturais são aqueles que terão o maior “peso”, em termos de representação.

Em planta baixa, os pilares serão os elementos mais destacados: são eles que dão a materialidade a obra, são eles que sustentarão a Arquitetura, como elemento construído no espaço. Uma edificação começa a “existir” no mundo real a partir da estrutura (fundações, pilares, vigas e lajes).

Depois, com um peso menor, representamos as alvenarias, produzindo os espaços. propriamente ditos, com suas aberturas, fechamentos, etc. Depois, inseridos nestas alvenarias, os elementos de caixilharia, portas, janelas. Dentro destes elementos, por sua vez, soleiras, peitoris aparecem mais “finos”ainda pois estão colocados abaixo das portas e janelas. O mobiliário, quando inserido no desenho, terá, portanto, o menor dos pesos presentes no desenho!

Tudo segue uma hierarquia que muitas vezes não está explicitamente dita em lugar nenhum; nem mesmo na norma.

Esta percepção envolve compreender o espaço que está a nossa volta: olhar não mais com o olhar do leigo, mas através das lentes de quem já consegue compreender o que faz um edifício ficar de pé: desde suas fundações, até o “nascimento” de pilares, vigas e lajes, o fechamento desses vãos com alvenarias, a colocação da caixilharia, a finalização com o revestimento de fachada.

Detalhe de Área Molhada - Escala 1:25

Detalhe de Área Molhada – Escala 1:25

Seguindo esta lógica, no desenho acima, feito na escala 1:25 (onde se enxergam mais detalhes que na escala 1:100, por exemplo) o revestimento de fachada será desenhado com a linha mais fina que a porta, por exemplo.

Entender como se materializa a obra arquitetônica – a sequência de uma obra – ajuda muito a compreender o desenho de um Projeto de Arquitetura.

Num próximo post, após esta intodução fundamental, falaremos sobre a configuração de layers do Autocad baseado no padrão de cores já pré-existentes no programa – a maneira adotada pela quase totalidade dos escritórios do mundo todo.

Observação importante: estas informações são direcionadas a projetos acadêmicos – para projetos “da vida real” é indispensável a contratação de um Arquiteto para a verificação das necessidades de seu projeto e adequações a legislação de sua municipalidade.

Hostel (TCC)

Autor: Simone Gomes Pereira.

UNG Universidade.

Orientador: Prof. Marcelo Sbarra.

Membros da banca: Prof. Felipe Lima (convidado externo) e Prof. Sandra Sato (UNG)

(Dezembro 2016)

 

f1

Prancha 1

 

f2

Prancha 2

 

f3

Prancha 3

 

f4

Prancha 4

 

 

 

 

Habitação Estudantil (TFG)

Autor: Julia Ribas.

Orientador: Marcelo Sbarra.

Membros da banca: Ana Paula Bento Lazzarini e Laura Amaral.

(Dezembro 2015)

Prancha 1

Prancha 1

Prancha 2

Prancha 2

Prancha 3

Prancha 3

Prancha 4

Prancha 4

Edifício Multifuncional – Barra Funda (TFG)

Autor: Natalia Rocha.

Orientador: Marcelo Sbarra.

Membros da banca: Ana Paula Bento Lazzarini e Laura Amaral.

(Dezembro 2015)

Prancha 1

Prancha 1

Prancha 2

Prancha 2

Prancha 3

Prancha 3

Prancha 4

Prancha 4

Cursos online com certificação

Em 2016 estaremos oferecendo cursos online, nas áreas de Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo, englobando os conhecimentos técnicos das áreas, normas,  além de Representação gráfica aplicada aos mesmos.

O conteúdo será disponibilizado gratuitamente aos interessados.

Para ter direito a Certificado de participação, será cobrada uma taxa de confecção e envio do mesmo, podendo ser apresentado como atividade complementar, conforme normas de cada Instituição.

Os cursos serão desenvolvidos em parceria pelos Prof. Roberto Sakamoto e Prof. Marcelo Sbarra.

Aguardamos vocês!

 

 

Hotel Executivo – Barra Funda (TFG)

Autor: Rubia Cruz.

Orientador: Marcelo Sbarra.

Membros da banca: André Mazzer Constantino e Mariana Wilderom-Chagas.

(Dezembro 2015)

Prancha 1

Prancha 1

Prancha 2

Prancha 2

Prancha 3

Prancha 3

Prancha 4

Prancha 4

Cinema de Rua – República (TFG)

Autor: Polianna Wannele.

Orientador: Marcelo Sbarra.

Membros da banca: André Mazzer Constantino e Mariana Wilderom-Chagas.

(Dezembro 2015)

Prancha 1

Prancha 1

Prancha 2

Prancha 2

Prancha 3

Prancha 3

Prancha 4

Prancha 4

Faculdade de Arquitetura, Artes e Design (TFG)

Autor: Kelly Martins.

Orientador: Marcelo Sbarra.

Membros da banca: André Mazzer Constantino e Mariana Wilderom-Chagas.

(Dezembro 2015)

Prancha 1

Prancha 1

Prancha 2

Prancha 2

Prancha 3

Prancha 3

Prancha 4

Prancha 4

Centro Cultural e Esportivo (TFG)

Autor: Natan Cardoso.

Orientador: Marcelo Sbarra.

Membros da banca: André Mazzer Constantino e Mariana Wilderom-Chagas.

(Dezembro 2015)

Prancha  1

Prancha 1

Prancha  2

Prancha 2

Prancha  3

Prancha 3

Prancha  4

Prancha 4

Complexo Multifuncional (TFG)

Autor: Luis Jerimias.

Orientador: Marcelo Sbarra.

Membros da banca: André Mazzer Constantino e Mariana Wilderom-Chagas.

(Dezembro 2015)

Prancha 1

Prancha 1

Prancha 2

Prancha 2

Prancha 3

Prancha 3

Prancha 4

Prancha 4

Escola de Música Paulistana (TFG)

Autor: Helan Santos.

Orientador: Marcelo Sbarra.

Membros da banca: André Mazzer Constantino e Mariana Wilderom-Chagas.

(Dezembro 2015)

Prancha 1

Prancha 1

Prancha 2

Prancha 2

Prancha 3

Prancha 3

Prancha 4

Prancha 4

 

Escola FDE – Samira Tayná

Autor: Samira Tayná.

5º semestre – Arquitetura e Urbanismo.

Orientadores: Marcelo Sbarra e Mariana Wilderom-Chagas.

(Novembro 2015)

Implantação

Implantação

Térreo

Térreo

1o Pavimento

1o Pavimento

2o Pavimento

2o Pavimento

Cortes

Cortes

Fachadas

Escola FDE – Mirella Santos

Autor: Mirella Santos de Almeida.

5º semestre – Arquitetura e Urbanismo.

Orientadores: Marcelo Sbarra e Felipe Lima.

(Novembro 2015)

Implantação

Implantação

 

Térreo

Térreo

 

1o Pavimento

1o Pavimento

 

Cortes

Cortes

 

Fachadas

Fachadas

 

Fachadas

Fachadas

Quadras

Quadras

Linhas tracejadas no Cad

O desenho é a ferramenta mais básica para qualquer Arquiteto. Dominar a representação gráfica, seus significados, é essencial para o estudante e o profissional.

Um exemplo bastante simples: em uma planta baixa, um polígono com um X, desenhado com linha contínua pode estar representando um furo/vazio/abertura no piso. O mesmo polígono e X se estiverem desenhados com linha tracejada representam que este furo/vazio/abertura está no teto deste pavimento.

linha contínua x linha tracejada

linha contínua x linha tracejada

Para os iniciantes no desenho em plataformas digitais – como o Cad – há ainda algumas configurações que precisam ser feitas no programa para que a linha tracejada saia de fato tracejada na impressão/plotagem. Configurando os valores de LTSCALE para 1 (um) e PSLTSCALE para 0 (zero), a linha sairá na plotagem da maneira como se vê na tela (ela fica na mesma escala seja no model space seja no paper space)

O passo seguinte é configurar o tipo de linha (para tracejados, geralmente o Hidden) e a escala da linha (linetype scale). No exemplo abaixo, na escala 1:125, utilizei linetype scale = 5 para a projeção do pavimento superior e linetype scale = 1 para os degraus da escada em projeção. Quanto maior o valor, mais espaçado fica o tracejado – é na “tentativa-e-erro” que se ajustam estes valores para cada escala de desenho. Observem que tanto no model quanto no paper a escala das linhas tracejadas fica igual.

Desenho no model space

Desenho no model space

Desenho no paper space

Desenho no paper space

Uso de Sketchup para estudo de sistema estrutural

O Sketchup é uma ferramenta muito útil não só para produção de maquetes eletrônicas de apresentação de projetos, mas também para o estudo do sistema estrutural dos projetos.

No vídeo abaixo somente os elementos estruturais estão representados no modelo.

O projeto a que o vídeo se refere é o abaixo:

Plantas:

Térreo - Escala 1:125

Térreo – Escala 1:125

Primeiro pavimento - Escala 1:125

Primeiro pavimento – Escala 1:125

Segundo pavimento - Escala 1:125

Segundo pavimento – Escala 1:125

Cobertura - Escala 1:125

Cobertura – Escala 1:125

Cortes:

Corte A - Escala 1:125

Corte A – Escala 1:125

Corte B - Escala 1:125

Corte B – Escala 1:125

Elevações:

Elevação 1 - Escala 1:125

Elevação 1 – Escala 1:125

Elevação 2 - Escala 1:125

Elevação 2 – Escala 1:125

Elevação 3 - Escala 1:125

Elevação 3 – Escala 1:125

Elevação 4 - Escala 1:125

Elevação 4 – Escala 1:125

Elevações – projeto F.D.E.

 

Quando apresentamos as elevações de um projeto temos que ter em mente que é a partir das fachadas que os usuários terão o primeiro contato com o projeto. De nada adianta um projeto bem resolvido sem um estudo de fachada: materiais de revestimento, pinturas, acabamentos, caixilhos, etc.

No caso do projeto de uma Escola que segue o padrão FDE, os elementos estruturais são parte fundamental da fachada: a estrutura pré-fabricada de concreto fica aparente na maioria dos casos, possibilitando que os encaixes estruturais entre vigas e pilares sejam parte da estética de fachada.

Outros elementos, como brises, chapas metálicas, caixilhos, compõem a fachada: a escolha e detalhamento desses elementos é parte indispensável de um bom projeto. As cores utilizadas nos desenhos a seguir tem o intuito de tornar mais visíveis – e didático – o entendimento dos elementos estruturais mostrados. Em um desenho técnico de elevações não é usual apresentar o desenho em cores.

Elevações:

Elevação 1 - Escala 1:125

Elevação 1 – Escala 1:125

Elevação 2 - Escala 1:125

Elevação 2 – Escala 1:125

Elevação 3 - Escala 1:125

Elevação 3 – Escala 1:125

Elevação 4 - Escala 1:125

Elevação 4 – Escala 1:125

Cortes:

Corte A - Escala 1:125

Corte A – Escala 1:125

Corte B - Escala 1:125

Corte B – Escala 1:125

Plantas:

Térreo - Escala 1:125

Térreo – Escala 1:125

Primeiro pavimento - Escala 1:125

Primeiro pavimento – Escala 1:125

Segundo pavimento - Escala 1:125

Segundo pavimento – Escala 1:125

Cobertura - Escala 1:125

Cobertura – Escala 1:125

 

Cortes – projeto F.D.E.

A apresentação de cortes é fundamental em qualquer projeto de Arquitetura, não só para analisar questões relacionadas às alturas adotadas no projeto mas também – como no caso do FDE – para possibilitar um melhor entendimento do sistema estrutural adotado (neste caso, a estrutura pré-fabricada de concreto).

Ambos os cortes apresentados neste projeto-base passam pela escada – local onde normalmente acontecem as maiores dúvidas dos estudantes.

Neste tipo de desenho vemos além dos elementos que estão cortados os que estão sendo vistos na direção da linha de corte.

 

Corte A - Escala 1:125

Corte A – Escala 1:125

Corte B - Escala 1:125

Corte B – Escala 1:125

As plantas às quais os cortes se referem são as seguintes: (atualizei a direção do corte A)

Térreo - Escala 1:125

Térreo – Escala 1:125

Primeiro pavimento - Escala 1:125

Primeiro pavimento – Escala 1:125

Segundo pavimento - Escala 1:125

Segundo pavimento – Escala 1:125

Cobertura - Escala 1:125

Cobertura – Escala 1:125

 

Metodologia projetual – projeto F.D.E.

Na primeira etapa da disciplina Projeto de Arquitetura: Desenho e Construção os alunos estudam a setorização dos ambientes constantes do Programa de Necessidades utilizando apenas os eixos estruturais (que indicam as posições dos pilares) e as dimensões em osso dos ambientes, na escala 1:250. Aprendem, desta forma, a estudar o projeto em um nível de abstração onde não são necessários detalhamentos excessivos, maximizando o tempo de discusão de projeto nas questões de setorização, circulações, relações entre ambientes, etc.

Exemplo: Pavimento Térreo Esquemático 1:250

Exemplo: Pavimento Térreo Esquemático 1:250

Exemplo: Primeiro pavimento Esquemático 1:250

Exemplo: Primeiro pavimento Esquemático 1:250

Exemplo: Segundo pavimento Esquemático 1:250

Exemplo: Segundo pavimento Esquemático 1:250

Exemplo: Quadra coberta Esquemática 1:250

Exemplo: Quadra coberta Esquemática 1:250

Após dois seminários e cerca de 10 orientações e aulas teóricas, os projetos passam para a segunda etapa: a escala de apresentação passa a ser 1:125 e são inseridas alvenarias (externas= 19cm, internas=14cm), caixilhos, mobiliário e todas as simbologias de desenho técnico, conforme a NBR 6492.

Desta forma, os alunos conseguem dedicar a etapa final do semestre para o desenho técnico de plantas, cortes , elevações e detalhes, além da pesquisa de tecnologias da construção relacionadas a revestimentos de fachadas, re-uso de água, etc.

 

Exemplo: Pavimento Térreo 1:125

Exemplo: Pavimento Térreo 1:125

Exemplo: Primeiro pavimento 1:125

Exemplo: Primeiro pavimento 1:125

 

Exemplo: Segundo pavimento 1:125

Exemplo: Segundo pavimento 1:125

Exemplo: Quadra coberta 1:125

Exemplo: Quadra coberta 1:125

Estrutura pré-fabricada – Padrão F.D.E.

Material didático desenvolvido para a disciplina Projeto de Arquitetura: Desenho e Construção (anteriormente chamada de Ateliê de Arquitetura: Construção), exemplificando os principais tipos de encaixes e peças construtivas utilizadas neste tipo de sistema construtivo – com as modulações adotadas pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação (F.D.E), do governo de São Paulo, na construção de Escolas.

Arquivo pdf atualizado mostrando a sequência construtiva da edificação:  Conceitos básicos de estrutura r01 (pdf)

Ver também:

https://marcelosbarra.com/2014/04/11/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-ii/

https://marcelosbarra.com/2014/09/28/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-iii/

https://marcelosbarra.com/2014/10/03/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-iv/

https://marcelosbarra.com/2014/10/13/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-v-escadas-i/

https://marcelosbarra.com/2014/11/03/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-vii-contencao-de-terreno/

https://marcelosbarra.com/2014/11/02/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-vi-telhado-em-estrutura-de-madeira/

https://marcelosbarra.com/2015/03/20/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-malha-estrutural-e-posicoes-de-viga-de-borda-versus-alinhamentos-de-alvenarias/

viga de borda

Hotel Design (TFG)

Autor: Wellington Longo.

Orientador: Marcelo Sbarra.

Membros da banca: André Mazzer Constantino e Mariana Wilderom.

(Junho 2015)

PRANCHA 01

PRANCHA 01

PRANCHA 02

PRANCHA 02

PRANCHA 03

PRANCHA 03

PRANCHA 04

PRANCHA 04

 

 

Instituto Musical Benedito Calixto (TFG)

Autor: Wagner Silva.

Orientador: Marcelo Sbarra.

Membros da banca: André Mazzer Constantino e Katia Luli Nakashigue.

(Junho 2015)

PRANCHA 01

PRANCHA 01

PRANCHA 02

PRANCHA 02

PRANCHA 03

PRANCHA 03

PRANCHA 04

PRANCHA 04

 

Escola FDE – Anna Marie

Autor:Anna Marie Okazaki.

5º semestre – Arquitetura e Urbanismo.

Orientadores: Marcelo Sbarra e Laura Amaral.

(Maio 2015)

IMPLANTAÇÃO

IMPLANTAÇÃO

TÉRREO

TÉRREO

1ºPAV

1ºPAV

2º PAVIMENTO

2º PAVIMENTO

QUADRA

QUADRA

CORTE AA

CORTE AA

CORTE BB

CORTE BB

ELEVAÇÃO 01

ELEVAÇÃO 01

ELEVAÇÃO 02

ELEVAÇÃO 02

ELEVAÇÃO 03

ELEVAÇÃO 03

ELEVAÇÃO 04

ELEVAÇÃO 04

PERSPECTIVA

PERSPECTIVA

SKETCHUP

SKETCHUP

HIS Cambuci (TFG)

Autor: Renato Silva.

Orientador: Marcelo Sbarra.

Membros da banca: André Mazzer Constantino e Mariana Wilderom.

(Junho 2015)

PRANCHA 01

PRANCHA 01

PRANCHA 02

PRANCHA 02

PRANCHA 03

PRANCHA 03

PRANCHA 04

PRANCHA 04

 

 

Academia Infantil (TFG)

Autor: Flavia Louise Zemuner.

Orientador: Marcelo Sbarra.

Membros da banca: André Mazzer Constantino e Katia Luli Nakashigue.

(Junho 2015)

PRANCHA 01

PRANCHA 01

PRANCHA 02

PRANCHA 02

PRANCHA 03

PRANCHA 03

PRANCHA 04

PRANCHA 04

 

 

Hotel Vila Olimpia (TFG)

Autor: Paloma Nakatsu.

Orientador: Marcelo Sbarra.

Membros da banca: André Mazzer Constantino e Mariana Wilderom.

(Junho 2015)

HOTEL - PRANCHA 1

HOTEL – PRANCHA 1

HOTEL - PRANCHA 2

HOTEL – PRANCHA 2

HOTEL - PRANCHA 3

HOTEL – PRANCHA 3

HOTEL - PRANCHA 4

HOTEL – PRANCHA 4

HIS Tucuruvi (TFG)

Autor: Bruno Massao Tanaka.

Orientador: Marcelo Sbarra.

Membros da banca: André Mazzer Constantino e Mariana Wilderom.

(Junho 2015)

PRANCHA 01

PRANCHA 01

PRANCHA 02

PRANCHA 02

PRANCHA 03

PRANCHA 03

PRANCHA 04

PRANCHA 04

Apresentação: https://www.youtube.com/watch?v=CSNkzA8gaDI

 

 

Escola FDE – Leandro

Autor: Leandro Menato.

5º semestre – Arquitetura e Urbanismo.

Orientadores: Marcelo Sbarra e Rafael Schmidt.

(Maio 2015)

IMPLANTAÇÃO

IMPLANTAÇÃO

1o PAVIMENTO

1o PAVIMENTO

2o PAVIMENTO

2o PAVIMENTO

3o PAVIMENTO

3o PAVIMENTO

CORTES

CORTES

FACHADAS

FACHADAS

Escola FDE – Felipe

Autor: Felipe Frazão.

5º semestre – Arquitetura e Urbanismo.

Orientadores: Marcelo Sbarra e Laura Amaral.

(Maio 2015)

P1- IMPLANTAÇÃO

P1- IMPLANTAÇÃO

P2-  PLANTA TERREO

P2- PLANTA TERREO

P3-  PLANTA PRIMEIRO PAVIMENTO

P3- PLANTA PRIMEIRO PAVIMENTO

P4-  PLANTA SEGUNDO PAVIMENTO

P4- PLANTA SEGUNDO PAVIMENTO

P5-  CORTE A-A

P5- CORTE A-A

P6-  CORTE B-B

P6- CORTE B-B

P7-  CORTE C-C

P7- CORTE C-C

P8-  FACHADA 1

P8- FACHADA 1

P9-  FACHADA 2

P9- FACHADA 2

P10-  PLANTA QUADRA

P10- PLANTA QUADRA

P11-  CORTE D-D

P11- CORTE D-D

P13- AMPLIAÇÕES

P13- AMPLIAÇÕES

p

r

u

Escola FDE – Cristiano

Autor: Cristiano Siles.

5º semestre – Arquitetura e Urbanismo.

Orientadores: Marcelo Sbarra e Laura Amaral.

(Maio 2015)

Prancha 01

Prancha 01

Prancha 02

Prancha 02

Prancha 03

Prancha 03

Prancha 04

Prancha 04

Prancha 05

Prancha 05

Prancha 06

Prancha 06

Prancha 07

Prancha 07

Prancha 08

Prancha 08

Prancha 09

Prancha 09

Prancha 10

Prancha 10

Prancha 11

Prancha 11

Prancha 12

Prancha 12

Prancha 13

Prancha 13

Alunas de Arquitetura vencem concurso do Albert Einstein

Estrutura pré-fabricada padrão F.D.E – Malha estrutural e posições de viga de borda versus alinhamentos de alvenarias

Croquis - alinhamentos de vigas e alvenarias na estrutura pré-fabricada

Croquis – alinhamentos de vigas e alvenarias na estrutura pré-fabricada

Material didático utilizado na disciplina de Ateliê de Arquitetura: Construção, exemplificando questões estruturais essenciais relacionadas ao partido arquitetônico – entendendo que a estrutura é um fator determinante nas decisões projetuais – influenciando não só na questão estrutural em si mas sendo responsável por uma série de decisões decorrentes, como tamanhos de ambientes, interfaces com caixilharias e resultados estéticos de fachadas.

Os croquis, neste caso, possuem dupla função: servir de apoio ao material didático da disciplina (vide links abaixo), mas também mostrar aos alunos que o desenho é uma ferramenta primordial no processo de desenvolvimento de projeto. Croquis são a ferramenta básica de pensamento do arquiteto e devem estar sempre presentes na vida acadêmica e profissional dos futuros arquitetos.

Os croquis e desenhos a seguir tem finalidade acadêmica, lembrando que para o detalhamento e a execução de qualquer tipo de estrutura é necessária a consultoria de um especialista no assunto, seja Engenheiro Calculista ou firma especializada no tipo de projeto em questão. O uso das cores é simplesmente para destacar os elementos nestes desenhos.

Ver também:

Conceitos básicos de estrutura r01 (pdf)

https://marcelosbarra.com/2014/11/03/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-vii-contencao-de-terreno/

https://marcelosbarra.com/2014/11/02/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-vi-telhado-em-estrutura-de-madeira/

https://marcelosbarra.com/2014/10/13/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-v-escadas-i/

https://marcelosbarra.com/2014/10/03/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-iv/

https://marcelosbarra.com/2014/09/28/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-iii/

https://marcelosbarra.com/2014/04/11/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-ii/

 

 

 

Escola FDE – Isabel, Leandro, Emerson e Carolina

Autores: Isabel Vieira, Leandro Saquetini, Emerson Oliveira e Carolina.

5º semestre – Arquitetura e Urbanismo.

Orientadores: Marcelo Sbarra e Mariana Wilderom.

(Dezembro 2014)

Implantação

Implantação

Plantas

Plantas

Plantas

Plantas

Plantas

Plantas

Plantas

Plantas

Plantas

Plantas

Plantas

Plantas

Cortes

Cortes

Cortes

Cortes

Cortes

Cortes

Elevações

Elevações

Elevações

Elevações

Quadra

Quadra

Elevações

Elevações

FDE1

FDE3

FDE4

Trabalho de aluno de Arquitetura é publicado em revista

Edifício Comercial (TFG)

Autor: Gabriele Fantin.

Orientador: Marcelo Sbarra.

Membros da banca: Cinthia Kawe Wu e Katia Luli Nakashigue

(Dezembro 2014)

Prancha 01

Prancha 01

Prancha 02

Prancha 02

Prancha 03

Prancha 03

Prancha 04

Prancha 04

Apresentação em pdf:Edifício Comercial

Apresentação Prezi:https://prezi.com/1tv880qmqo4e/edificio-comercial/

 

Sesc Artur Alvim (TFG)

Autor: Gabriel Brito.

Orientador: Marcelo Sbarra.

Membros da banca: Mariana Wilderom-Chagas e André Mazzer Constantino.

(Dezembro 2014)

Prancha 01

Prancha 01

Prancha 02

Prancha 02

Prancha 03

Prancha 03

Prancha 04

Prancha 04

 

Biblioteca Pública em Itaquera (TFG)

Autor: Kamila Myller.

Orientador: Marcelo Sbarra.

Membros da banca: Cinthia Kawe Wu e Katia Luli Nakashigue.

(Dezembro 2014)

 

Prancha 01

Prancha 01

Prancha 02

Prancha 02

Prancha 03

Prancha 03

Prancha 04

Prancha 04

Apresentação pps: APRES_TFG_BBT PUB_01

 

Cinema de Rua (TFG)

Autor: Lucas Osmak.

Orientador: Marcelo Sbarra

Membros da banca: Mariana Wilderom-Chagas e André Mazzer Constantino.

(Dezembro 2014)

Prancha 01

Prancha 01

Prancha 02

Prancha 02

Prancha 03

Prancha 03

Prancha 04

Prancha 04

Apresentação pps:

APRESENTAÇÃO TFG

Hotel no Autódromo de Interlagos (TFG)

Autor: André Beloto Toti.

Orientador: Marcelo Sbarra.

Membros da banca: Mariana Wilderom-Chagas e André Mazzer Constantino.

(Dezembro 2014)

Prancha 01

Prancha 01

Prancha 02

Prancha 02

Prancha 03

Prancha 03

Prancha 04

Prancha 04

Video:

Maquete física:

Apresentação pps:

AP_TFG_INTERLAKEN_HOTEL

Escola FDE – Eduardo e Nicole

Autores: Eduardo Andriani e Nicole Boffelli.

5º semestre – Arquitetura e Urbanismo.

Orientadores: Marcelo Sbarra e Mariana Wilderom.

(Dezembro 2014)

Implantação

Implantação

Planta

Planta

Planta

Planta

Planta

Planta

Planta

Planta

Planta

Planta

Planta

Planta

Planta

Planta

Corte

Corte

Corte

Corte

Corte

Corte

Corte

Corte

Elevações

Elevações

Elevações

Elevações

Elevações

Elevações

Elevações

Elevações

Elevações

Elevações

Elevações

Elevações

Elevações

Elevações

Elevações

Elevações

Elevações

Elevações

Detalhes

Detalhes

 

Escola FDE – Reinaldo, Elitânia e Stephanie

Autores: Reinaldo Martins, Elitânia Duarte e Stephanie Silva.

5º semestre – Arquitetura e Urbanismo.

Orientadores: Marcelo Sbarra e Mariana Wilderom.

(Dezembro 2014)

 

Implantação

Implantação

Plantas

Plantas

Plantas

Plantas

Plantas

Plantas

Cobertura

Cobertura

 

Quadra

Quadra

Quadra

Quadra

 

Cortes

Cortes

Cortes

Cortes

Detalhes

Detalhes

Elevações

Elevações

Elevações

Elevações

3Ds

3Ds

Estrutura pré-fabricada padrão F.D.E (VII) – Contenção de Terreno

Material didático desenvolvido para as disciplinas de Ateliê de Arquitetura: Construção e Laboratório de Arquitetura, exemplificando os principais tipos de encaixes e peças construtivas utilizadas neste tipo de sistema construtivo – com as modulações adotadas pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação (F.D.E), do governo de São Paulo, na construção de Escolas.

Temos buscado sempre procurar terrenos com topografia acidentada para o Exercício de Projeto, de forma a não só lidarmos com a questão de resolução de setorização de Projeto (muito importante) mas também como trabalhar os diferentes níveis, em terrenos com pelo menos 5m de diferença entre a cota mais baixa e a mais alta.

Nestes desenhos, são mostrados algumas características do Muro de Contenção por Gravidade, mais utilizado por ser um método construtivo relativamente barato e de fácil execução. Há diversas outras opções, como o uso de Gabiões, muros de contenção verticalizados (ancorados por cabos de aço) e mesmo taludes. Nas áreas de influência direta das cargas provenientes da edificação, o uso de Muro de Contenção é altamente recomendado, de modo que o terreno natural não sofra deslocamentos nem desmoronamentos.

É essencial o estudo por meio de um Topógrafo/Geógrafo para determinar o tipo de solo e o seu nível de estabilidade, de forma a fornecer informações ao Engenheiro Calculista determinar o tipo de Fundação da Edificação, assim como o tipo de Muro de Contenção mais adequado.

Os desenhos a seguir tem finalidade acadêmica, lembrando que para o detalhamento e a execução de qualquer tipo de estrutura é necessária a consultoria de um especialista no assunto, seja Engenheiro Calculista ou firma especializada no tipo de projeto em questão. O uso das cores é simplesmente para destacar os elementos nestes desenhos.

Ver também:

Conceitos básicos de estrutura r01 (pdf)

https://marcelosbarra.com/2014/11/02/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-vi-telhado-em-estrutura-de-madeira/

https://marcelosbarra.com/2014/10/13/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-v-escadas-i/

https://marcelosbarra.com/2014/10/03/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-iv/

https://marcelosbarra.com/2014/09/28/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-iii/

https://marcelosbarra.com/2014/04/11/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-ii/

 

Detalhe Muro de Arrimo

Detalhe Muro de Arrimo

 

 

Estrutura pré-fabricada padrão F.D.E (VI) – Telhado em Estrutura de Madeira

Material didático desenvolvido para as disciplinas de Ateliê de Arquitetura: Construção e Laboratório de Arquitetura, exemplificando os principais tipos de encaixes e peças construtivas utilizadas neste tipo de sistema construtivo – com as modulações adotadas pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação (F.D.E), do governo de São Paulo, na construção de Escolas.

Nestes desenhos, são mostrados os encaixes de Cobertura de Madeira, utilizando o sistema de apoios conhecido como treliça Howe. e sua interface com os demais elementos estruturais pré-fabricados de concreto, na cobertura do projeto.

A escolha do tipo de telhamento (telha francesa, capa-canal, onduline, metálica, “sanduíche”, etc.) define o tipo de inclinação que o telhado terá e, portanto, sua altura de pendural e cumeerira. Neste sistema pré-fabricado, esta escolha influencia também na altura da viga-calha, que tem dupla função: recolhimento de águas pluviais e platibanda.

Há diversas maneiras diferentes de se projetar as coberturas, seja com o madeiramento tradicional ou mesmo utilizando outros tipos de material, como a estrutura metálica, lajes impermeabilizadas, tetos verdes, etc. Para cada tipo de cobertura escolhida, o detalhamento deve ser específico.

Para os que querem se aprofundar no detalhamento de coberturas em madeira, sugiro o seguinte livro:

MOLITERNO, Antonio. Caderno de Projetos de Telhados em Estruturas de Madeira. São Paulo: Blucher, 2010.

Os desenhos a seguir tem finalidade acadêmica, lembrando que para o detalhamento e a execução de qualquer tipo de estrutura é necessária a consultoria de um especialista no assunto, seja Engenheiro Calculista ou firma especializada no tipo de projeto em questão. O uso das cores é simplesmente para destacar os elementos nestes desenhos.

Ver também:

Conceitos básicos de estrutura r01 (pdf)

https://marcelosbarra.com/2014/10/13/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-v-escadas-i/

https://marcelosbarra.com/2014/10/03/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-iv/

https://marcelosbarra.com/2014/09/28/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-iii/

https://marcelosbarra.com/2014/04/11/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-ii/

 

Telhado em Estrutura de Madeira

Telhado em Estrutura de Madeira

Banzo Inferior

Banzo Inferior

Banzo Superior

Banzo Superior

Pendural

Pendural

Mãos-francesas

Mãos-francesas

Montantes

Montantes

Terças

Terças

Caibros

Caibros

 

 

Estrutura pré-fabricada padrão F.D.E (V) – Escadas (I)

Material didático desenvolvido para as disciplinas de Ateliê de Arquitetura: Construção e Laboratório de Arquitetura, exemplificando os principais tipos de encaixes e peças construtivas utilizadas neste tipo de sistema construtivo – com as modulações adotadas pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação (F.D.E), do governo de São Paulo, na construção de Escolas.

Nestes desenhos, são mostrados os encaixes de Escadas pré-fabricadas de concreto (também conhecidas como “escada jacaré”) e sua interface com os demais elementos estruturais e de vedação, em um trecho de projeto. Ampliações de trechos e detalhes em escala mais detalhada serão incorporados no post seguinte sobre o tema.

Há uma grande diversidade de modelos de escadas existentes no mercado – cada detalhe é específico de cada fabricante e projeto e, como qualquer outro elemento estrutural, necessita de cálculo realizado por Engenheiro Calculista. Neste exemplo, a escada está estruturada nas paredes de bloco de concreto que a circulam, formando um núcleo rígido com a caixa do elevador – executada em concreto moldado in loco.

 

Ver também:

Conceitos básicos de estrutura r01 (pdf)

https://marcelosbarra.com/2014/10/03/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-iv/

https://marcelosbarra.com/2014/09/28/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-iii/

https://marcelosbarra.com/2014/04/11/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-ii/

Corte A

Corte A

 

Corte B

Corte B

Corte A'

Corte A’

Térreo - trecho

Térreo – trecho

Primeiro pavimento - trecho

Primeiro pavimento – trecho

Segundo pavimento - trecho

Segundo pavimento – trecho

Terceiro pavimento - trecho

Terceiro pavimento – trecho

 

 

Apresentação sobre estrutura pré-fabricada – Padrão F.D.E. (revisado)

Material didático desenvolvido para as disciplinas de Ateliê de Arquitetura: Construção e Laboratório de Arquitetura, exemplificando os principais tipos de encaixes e peças construtivas utilizadas neste tipo de sistema construtivo – com as modulações adotadas pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação (F.D.E), do governo de São Paulo, na construção de Escolas.

Arquivo pdf atualizado mostrando a sequência construtiva da edificação.

Conceitos básicos de estrutura r01 (pdf)

Ver também:

https://marcelosbarra.com/2014/10/03/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-iv/

https://marcelosbarra.com/2014/09/28/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-iii/

https://marcelosbarra.com/2014/04/11/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-ii/

 

 

corte estrutural

corte estrutural

pilar interno

pilar interno

viga de borda

viga de borda

viga calha

viga calha

 

Estrutura pré-fabricada padrão F.D.E (IV)

Material produzido para as disciplinas Ateliê de Arquitetura: Construção e Laboratório de Arquitetura com o objetivo de detalhar o tipo de estrutura baseada nos projetos de Escolas pré-fabricadas, padrão FDE.

Como visto no post III, a escolha do tipo de alinhamento da Viga de Borda determina diferentes soluções de fachadas, assim como a definição da posição das alvenarias externas, em relação a viga de borda, resultando em 9 diferentes soluções estéticas e detalhamentos de técnicas construtivas e padrões de execução.

Abaixo, um exemplo em corte e planta no caso mais comum, a viga de borda alinhada pelo eixo do pilar de fachada e a alvenaria externa alinhada pelo eixo da viga de borda. As cores são meramente ilustrativas, de forma a destacar os elementos estruturais.

Detalhamento de acordo com o padrão atual do FDE para escolas com até 3 pavimentos. Material desenvolvido apenas para fins didáticos – no caso de projetos a serem executados é primordial a consultoria de um Engenheiro calculista.

Detalhamento da viga de borda e demais elementos estruturais

Detalhamento da viga de borda e demais elementos estruturais

 

Ver também:

https://marcelosbarra.com/2014/09/28/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-iii/

https://marcelosbarra.com/2014/04/11/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-ii/

https://marcelosbarra.com/2014/04/01/apresentacao-sobre-estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e/

 

Estrutura pré-fabricada padrão F.D.E (III)

Material produzido para as disciplinas Ateliê de Arquitetura: Construção e Laboratório de Arquitetura com o objetivo de detalhar o tipo de estrutura baseada nos projetos de Escolas pré-fabricadas, padrão FDE.

A escolha do tipo de alinhamento da Viga de Borda determina diferentes soluções de fachadas, assim como a definição da posição das alvenarias externas, em relação a viga de borda, resultando em 9 diferentes soluções estéticas e detalhamentos de técnicas construtivas e padrões de execução.

tipos viga borda - fde

tipos viga borda – fde

alinhamentos de alvenarias externas

 

Ver também:

https://marcelosbarra.com/2014/04/11/estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e-ii/

https://marcelosbarra.com/2014/04/01/apresentacao-sobre-estrutura-pre-fabricada-padrao-f-d-e/

 

Residencial (TFG) – Pedro

Autor: Pedro Martini.

Orientador: Marcelo Sbarra

(Junho 2014)

Residencial - 1

Residencial – 1

Residencial - 2

Residencial – 2

Residencial - 3

Residencial – 3

Residencial - 4

Residencial – 4

Design Compartilhado

interiores | design | artes | comportamento | educação | sustentabilidade by*Prof.Eduardo Munhoz

concursosdeprojeto.org

| portal e revista eletrônica | concursos de arquitetura e urbanismo |

Roberto Sakamoto

ambiente. paisagem. urbanismo. arquitetura. >educação

Helena Degreas

Educação em Arquitetura, Urbanismo, Paisagismo, Design e Desenho Universal

Blog do TFG

arquitetura, urbanismo e paisagismo

%d blogueiros gostam disto: