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Rampas acessíveis (NBR 9050) – II

Como vimos no post anterior (link aqui), as rampas possuem uma série de recomendações a serem seguidas.

Utilizamos como exemplo um desnível de 80cm, que pode ser vencido em um único lance de rampa, de inclinação i = 8,33%, ocupando uma projeção horizontal (comprimento de rampa) igual a 9,60m.

A Norma estabelece alturas máximas a serem vencidas, em função da inclinação adotada.

Exemplo: Para vencer um desnível de 1,50m, utilizando uma rampa com inclinação de 8,33%, qual o comprimento necessário?

Aplicando a fórmula:

150

Sabemos então que o comprimento horizontal será de 18,00m – porém como sabemos que o desnível máximo que a rampa de i=8,33% pode vencer é de 80cm, podemos dividir a rampa em dois seguimentos de 9,00m, cada um vencendo a altura de 0,75m (metade da altura h=1,50m).

(Podemos ter várias soluções diferentes, adotando alturas diferentes a serem vencidas a cada lance ou mesmo a posição de cada lance)

Uma das soluções, adotando uma rampa totalmente reta (bastante utilizada em projetos de grandes espaços livres ou projetos em que o percurso seja algo a ser explorado, como Museus, por exemplo, seria:

RAMPA 150 1

Rampa reta vencendo desnível de 1,50m, com dois lances de h=0,75m e comprimento igual a 9,00m, cada

RAMPA 150 1-1

Trecho inicial do Corte A, mostrando as duas alturas do corrimão e o guarda-corpo. Notar a guia de balizamento, que funciona como uma pequena mureta. O guarda-corpo avança 30cm do início da suvida da rampa

RAMPA 150 1-2

Trecho do Corte A, passando pelo Patamar Intermediário, a 75cm de altura do início da rampa

RAMPA 150 1-3

Trecho final do Corte A, chegando no nível 1,50m acima do início da rampa.

 

RAMPA 150 1-4

No Corte B conseguimos ver a altura da guia de balizamento em corte (neste exemplo, usamos uma fiada de alvenaria) e o guarda-corpo apoiado sobre esta guia. Os corrimãos, por sua vez, estão fixados na estrutura do guarda-corpo, com as duas alturas exigidas (70 e 92 cm)

RAMPA 150 1-5

Podemos ver, em planta, o início da rampa com o piso tátil e corrimão, afastado 30cm do início da subida da rampa. Sempre inicamos o sentido de SUBIDA das rampas

RAMPA 150 1-6

Sempre é necessário indicar a inclinação da rampa (neste caso, i = 8,33%) assim como o comprimento horizontal que ela percorre (neste caso, 9,00m)

 

RAMPA 150 1-7

Trecho planta mostrando o Patamar Intermediário, a 75cm de altura do início da rampa. Seu comprimento é igual a largura (1,50m)

RAMPA 150 1-8

Podemos ver, em planta, a chegada na rampa, 1,50m acima do nível em que ela começou. A largura livre mínima recomendada é de 1,50m – que corresponde ao giro de 360º de uma cadeira de rodas.

Uma outra solução – bstante utilizada quando o espaço em planta precisa ser mais otimizado – é a rampa em U.

 

RAMPA 150 2-1

Rampa em U, vencendo desnível de 1,50m, com dois lances de h=0,75m e comprimento igual a 9,00m, cada

 

 

RAMPA 150 2-2

Trecho inicial do Corte A, mostrando as duas alturas do corrimão e o guarda-corpo. Notar a guia de balizamento, que funciona como uma pequena mureta. O guarda-corpo avança 30cm do início da suvida da rampa – este trecho é igual ao primeiro exemplo

 

 

RAMPA 150 2-3

Trecho do Corte A, passando pelo Patamar Intermediário, a 75cm de altura do início da rampa – note que este trecho do corte é bastante diferente do exemplo 1

 

 

RAMPA 150 2-4

No Corte B conseguimos ver a altura da guia de balizamento em corte (neste exemplo, usamos uma fiada de alvenaria) e o guarda-corpo apoiado sobre esta guia. Os corrimãos, por sua vez, estão fixados na estrutura do guarda-corpo, com as duas alturas exigidas (70 e 92 cm). No Corte B conseguimos ver que no patamar a largura da rampa é o dobro do primeiro exemplo

 

 

RAMPA 150 2-5

Podemos ver, em planta, o início da rampa com o piso tátil e corrimão, afastado 30cm do início da subida da rampa. Sempre inicamos o sentido de SUBIDA das rampas. Vemos também a mureta que ocorre no nível + 1,50m, de modo que o usuário esteja protegido de queda na chegada no nível +1,50m

 

 

RAMPA 150 2-6

Sempre é necessário indicar a inclinação da rampa (neste caso, i = 8,33%) assim como o comprimento horizontal que ela percorre (neste caso, 9,00m) – como no primeiro exemplo

 

 

RAMPA 150 2-7

Trecho planta mostrando o Patamar Intermediário, a 75cm de altura do início da rampa. Seu comprimento é igual ao dobro da largura da rampa 

 

 

RAMPA 150 2-8

Podemos ver, em planta, a chegada na rampa, 1,50m acima do nível em que ela começou. A largura livre mínima recomendada é de 1,50m – que corresponde ao giro de 360º de uma cadeira de rodas. Notar a mureta de proteção.

 

Para a determinação da largura da rampa, devem ser atendidas as regras aplicadas ao cálculo de população e fluxo de pessoas (ver NBR 9077 e IT-11), sendo a largura livre mínima recomendável de 1,50m, sendo o mínimo admissível de 1,20m. 

Os corrimãos devem ser considerados em cada lado da rampa e deve ter duas alturas (70 e 92cm). No caso de não haver paredes laterais, as rampas devem ter guarda-corpos e guias de balizamento (altura mínima de 5cm, não interferindo na largura mínima da rampa), além dos corrimãos. Quando a rampa tiver mais de 2,40m de largura é necessário pelo menos um corrimão intermediário, garantindo uma faixa de circulação com largura mínima de 1,20m. Para maiores informações sobre corrimãos e guarda-corpos, consultar a íntegra da Norma.

Os patamares no início e término das rampas devem ter dimensão longitudinal mínima de 1,20m. Entre os seguimentos de rampas devem haver patamares intermediários com dimensão longitudinal mínima de 1,20m. Quando houver mudança de direção, os patamares devem ter dimensões iguais a largura da rampa.

Observação importante: estas informações são direcionadas a projetos acadêmicos – para projetos “da vida real” é indispensável a contratação de um Arquiteto para a verificação das necessidades de seu projeto e adequações a legislação de sua municipalidade.

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Rampas acessíveis (NBR 9050)

Uma das questões mais importantes – e complexas – da aplicação da Norma de Acessibilidade (NBR 9050) são as rampas para acesso de pedestres. Não só os cadeirantes a utilizam – pessoas idosas, com dificuldade de locomoção, mães com carrinhos de crianças e uma série de outras situações fazem o acesso somente por escadas ser inapropriado.

Em se tratando de grandes desníveis a serem vencidos – por exemplo, a circulação vertical de um edifício – considera-se que os elevadores são acessíveis e, portanto, atendem a NBR 9050.

No entanto, é bastante comum existirem desníveis entre o nível de acesso da edificação e o hall de elevadores, por exemplo. A regra é simples: onde existir desnível/escada deverá ser prevista rampa.

A Norma define rampa como qualquer superfície com inclinação igual ou superior a 5%. A inclinação de uma rampa é dada pela fórmula:

inclinaçãoonde

i = inclinação da rampa (em percentagem)

h = altura do desnível

c = comprimento da rampa (projeção horizontal)

Em geral, já sabemos a inclinação a adotar e o desnível a vencer, então podemos calcular o comprimento horizontal da rampa pela fórmula:

comprimentoExemplo: Para vencer um desnível de 80cm (0.80m), utilizando uma rampa com inclinação de 8,33%, qual o comprimento necessário?

960Resposta: São necessários 9,60m.

rampa desnivel80

Rampa acessível, com elementos exigidos pela NBR 9050

trecho corte a

Trecho do Corte A, mostrando as alturas do corrimão (70 e 92cm) e o guarda-corpo. Notar a guia de balizamento, que funciona como uma espécie de pequena mureta. O guarda-corpo avança 30cm do início da subida da rampa.

trecho corte a2

Trecho do Corte A, mostrando as alturas do corrimão (70 e 92cm) e o guarda-corpo. Notar a guia de balizamento, que funciona como uma espécie de pequena mureta. O guarda-corpo avança 30cm da chegada da rampa.

corteb

No Corte B conseguimos ver a altura da guia de balizamento em corte (neste exemplo, usamos uma fiada de alvenaria) e o guarda-corpo apoiado sobre esta guia. Os corrimãos, por sua vez, estão fixados na estrutura do guarda-corpo, com as duas alturas exigidas (70 e 92 cm)

 

planta trecho

Podemos ver, em planta, o início da rampa com o piso tátil e corrimão, afastado 30cm do início da subida da rampa. Sempre inicamos o sentido de SUBIDA das rampas

planta trecho2

Sempre é necessário indicar a inclinação da rampa (neste caso, i = 8,33%) assim como o comprimento horizontal que ela percorre (neste caso, 9,60m)

planta trecho3

Podemos ver, em planta, a chegada na rampa, 80cm acima do nível em que ela começou. A largura livre mínima recomendada é de 1,50m – que corresponde ao giro de 360º de uma cadeira de rodas.

 

A Norma estabelece limites de altura máximos a serem vencidos por cada seguimento de rampa, em função de sua inclinação.

rampas

Exemplo: Para vencer um desnível de 1,50m, utilizando uma rampa com inclinação de 8,33%, qual o comprimento necessário?

Aplicando a fórmula:

150

Sabemos então que o comprimento horizontal será de 18,00m – porém como sabemos que o desnível máximo que a rampa de i=8,33% pode vencer é de 80cm, podemos dividir a rampa em dois seguimentos de 9,00m, cada um vencendo a altura de 0,75m (metade da altura h=1,50m).

Em projetos da “vida real” costuma-se sempre utilizar a inclinação máxima de 8,33% de forma a otimizar o espaço ocupado pela rampa. No caso de reformas, quando não for possível adotar as inclinações acima, a Norma admite rampas com inclinação máxima de 12,5%, com restrições de alturas a serem vencidas e número máximo de segmentos. Rampas em curva também costuma ser evitadas, pois além de ocuparem espaços maiores possuem exigências quanto a inclinação transversal.

Excepcionalmente, para o caso de auditórios, a Norma admite que as rampas que atendam a circulação da platéia possam ter inclinação máxima de 12%. É exigido que uma rota acessível interligue os espaços da platéia, ao palco e bastidores. O desnível entre o palco e a platéia deve ser vencido por rampa com largura mínima de 90cm e inclinação máxima de 16,66% (para desnível de até 60cm) ou 10% (para desníveis maiores que 60cm) e devem possuir guia de balizamento, não sendo necessário guarda-corpo e corrimão. A rampa – ou equipamento eletromecânico que a substitua – deve se situar em local de acesso imediato, porém discreto e fora do alcance visual da platéia.

Para a determinação da largura da rampa, devem ser atendidas as regras aplicadas ao cálculo de população e fluxo de pessoas (ver NBR 9077 e IT-11), sendo a largura livre mínima recomendável de 1,50m, sendo o mínimo admissível de 1,20m. 

Os corrimãos devem ser considerados em cada lado da rampa e deve ter duas alturas (70 e 92cm). No caso de não haver paredes laterais, as rampas devem ter guarda-corpos e guias de balizamento (altura mínima de 5cm, não interferindo na largura mínima da rampa), além dos corrimãos. Quando a rampa tiver mais de 2,40m de largura é necessário pelo menos um corrimão intermediário, garantindo uma faixa de circulação com largura mínima de 1,20m. Para maiores informações sobre corrimãos e guarda-corpos, consultar a íntegra da Norma.

Os patamares no início e término das rampas devem ter dimensão longitudinal mínima de 1,20m. Entre os seguimentos de rampas devem haver patamares intermediários com dimensão longitudinal mínima de 1,20m. Quando houver mudança de direção, os patamares devem ter dimensões iguais a largura da rampa.

Observação importante: estas informações são direcionadas a projetos acadêmicos – para projetos “da vida real” é indispensável a contratação de um Arquiteto para a verificação das necessidades de seu projeto e adequações a legislação de sua municipalidade.

Configurando os Layers do desenho (Parte I) – Entendendo as camadas representadas no desenho

Em posts anteriores já abordamos a importância da correta configuração de tamanhos de letras, cotas, simbologias, peso gráfico no desenho do Projeto de Arquitetura. Já destacamos que quem rege toda essa padronização é a NBR 6492 – Representação de projetos de arquitetura.

Esta NBR está em revisão há cerca de 2 anos pois quando foi elaborada considerava – em sua totalidade – o desenho feito a mão livre ou a instrumentos – seja ele a grafite, caneta nanquim – nas tradicionais mesas de desenho com réguas paralelas, esquadros, etc.

Este tipo de desenho NÃO pode morrer! As atuais gerações e as próximas PRECISAM ter conhecimento do ofício do Arquiteto que tem como ponto de partida o DESENHO.

O chamado “peso gráfico”nada mais é do que um refinamento do pensamento arquitetônico: elementos mais “fortes” são representados com traços mais “grossos” por uma questão de simplificação do entendimento. As “camadas”que compõem um desenho podem ser entendidas como etapas de construção de uma edificação, na vida real.

Em outras palavras, uma parede é desenhada com a linha mais forte do que uma janela ou porta não porque sejam mais “pesadas” no sentido físico da coisa (até são), mas porque constituem um elemento de fechamento, algo que vem a ser construído/executado antes da colocação das portas/janelas.

Este mesmo raiocínio nos permite concluir que, num desenho, os elementos estruturais são aqueles que terão o maior “peso”, em termos de representação.

Em planta baixa, os pilares serão os elementos mais destacados: são eles que dão a materialidade a obra, são eles que sustentarão a Arquitetura, como elemento construído no espaço. Uma edificação começa a “existir” no mundo real a partir da estrutura (fundações, pilares, vigas e lajes).

Depois, com um peso menor, representamos as alvenarias, produzindo os espaços. propriamente ditos, com suas aberturas, fechamentos, etc. Depois, inseridos nestas alvenarias, os elementos de caixilharia, portas, janelas. Dentro destes elementos, por sua vez, soleiras, peitoris aparecem mais “finos”ainda pois estão colocados abaixo das portas e janelas. O mobiliário, quando inserido no desenho, terá, portanto, o menor dos pesos presentes no desenho!

Tudo segue uma hierarquia que muitas vezes não está explicitamente dita em lugar nenhum; nem mesmo na norma.

Esta percepção envolve compreender o espaço que está a nossa volta: olhar não mais com o olhar do leigo, mas através das lentes de quem já consegue compreender o que faz um edifício ficar de pé: desde suas fundações, até o “nascimento” de pilares, vigas e lajes, o fechamento desses vãos com alvenarias, a colocação da caixilharia, a finalização com o revestimento de fachada.

Detalhe de Área Molhada - Escala 1:25

Detalhe de Área Molhada – Escala 1:25

Seguindo esta lógica, no desenho acima, feito na escala 1:25 (onde se enxergam mais detalhes que na escala 1:100, por exemplo) o revestimento de fachada será desenhado com a linha mais fina que a porta, por exemplo.

Entender como se materializa a obra arquitetônica – a sequência de uma obra – ajuda muito a compreender o desenho de um Projeto de Arquitetura.

Num próximo post, após esta intodução fundamental, falaremos sobre a configuração de layers do Autocad baseado no padrão de cores já pré-existentes no programa – a maneira adotada pela quase totalidade dos escritórios do mundo todo.

Observação importante: estas informações são direcionadas a projetos acadêmicos – para projetos “da vida real” é indispensável a contratação de um Arquiteto para a verificação das necessidades de seu projeto e adequações a legislação de sua municipalidade.

Linhas tracejadas no Cad

O desenho é a ferramenta mais básica para qualquer Arquiteto. Dominar a representação gráfica, seus significados, é essencial para o estudante e o profissional.

Um exemplo bastante simples: em uma planta baixa, um polígono com um X, desenhado com linha contínua pode estar representando um furo/vazio/abertura no piso. O mesmo polígono e X se estiverem desenhados com linha tracejada representam que este furo/vazio/abertura está no teto deste pavimento.

linha contínua x linha tracejada

linha contínua x linha tracejada

Para os iniciantes no desenho em plataformas digitais – como o Cad – há ainda algumas configurações que precisam ser feitas no programa para que a linha tracejada saia de fato tracejada na impressão/plotagem. Configurando os valores de LTSCALE para 1 (um) e PSLTSCALE para 0 (zero), a linha sairá na plotagem da maneira como se vê na tela (ela fica na mesma escala seja no model space seja no paper space)

O passo seguinte é configurar o tipo de linha (para tracejados, geralmente o Hidden) e a escala da linha (linetype scale). No exemplo abaixo, na escala 1:125, utilizei linetype scale = 5 para a projeção do pavimento superior e linetype scale = 1 para os degraus da escada em projeção. Quanto maior o valor, mais espaçado fica o tracejado – é na “tentativa-e-erro” que se ajustam estes valores para cada escala de desenho. Observem que tanto no model quanto no paper a escala das linhas tracejadas fica igual.

Desenho no model space

Desenho no model space

Desenho no paper space

Desenho no paper space

Representação de projetos de arquitetura (NBR-6492)

Em nossa profissão, a correta representação dos projetos em desenhos 2D é de fundamental importância para todo o processo de concepção, detalhamento e execução. Uma simples linha tracejada – que representa algo que está em projeção – que apareça contínua no desenho, passa a representar algum elemento que esteja em vista ou mesmo cortado. Isso faz toda a diferença.

Para regulamentar a representação gráfica dos projetos de arquitetura existe a NBR 6492, de 1994, que fornece todos os parâmetros necessários não só ao desenho mas a correta compreensão dos elementos presentes em uma planta de Arquitetura. É uma norma que se aplica tanto ao desenho a mão quanto ao desenho a instrumentos – lembrando que na época de sua elaboração os desenhos em software CAD não era ainda amplamente adotado pelos escritórios e profissionais.

Embora cada escritório de arquitetura possua uma série de elementos padronizados próprios para a execução de seus desenhos – adaptando os elementos da norma a necessidades específicas – no âmbito dos projetos desenvolvidos durante o decorrer do curso de Arquitetura e Urbanismo é essencial que se siga a norma a risca.

É importante entender, por exemplo, que os símbolos gráficos presentes em um projeto não mudam de tamanho a medida que a escala do desenho é alterada. Por exemplo, o símbolo de corte aparece com o mesmo tamanho, seja o desenho na escala 1:50 ou na escala 1:125.

Com relação ao peso gráfico, embora a norma recomende algumas espessuras, ainda não há uma norma oficial determinando as diferentes espessuras para as diferentes escalas. Cada escritório cria o seu “ctb” (arquivo de configuração de plotagem de plantas do software Cad) com as penas mais adequadas. O mais comum é atribuirem as 7 cores principais as principais espessuras. O ASBEA há alguns anos criou uma nomenclatura de layers e espessuras, com uma sugestão de padronização dos layers.

A seguir, mostramos os principais itens presentes no Anexo da norma, que contemplam as simbologias de representação gráfica. Para um completo entendimento – e dimensões a serem adotadas para cada uma das simbologias – consultar a íntegra da norma.

A1 – Linhas de Representação

Exemplos de linhas de representação

Exemplos de linhas de representação

A2 – Tipos de Letras e Números

Exemplo de tipos de letras e números

Exemplo de tipos de letras e números

A3 – Escalas: escala gráfica

Exemplo de escala gráfica

Exemplo de escala gráfica

A4 – Norte

Norte

Norte

A5 – Indicação de chamadas

Exemplo de indicação de chamadas

Exemplo de indicação de chamadas

A6 – Indicação gráfica de acessos

Exemplo de indicação de acessos

Exemplo de indicação de acessos

A7 – Indicação do sentido de subida de escadas e rampas

Exemplo de indicação de subida em escadas

Exemplo de indicação de subida em escadas

A8 – Indicação de inclinação de telhados, caimentos, pisos

Exemplo de indicações de caimentos

Exemplo de indicações de caimentos

A9 – Cotas

Exemplo de indicação de cotas

Exemplo de indicação de cotas

A10 – Cotas de nível

Exemplos de cotas de nível

Exemplos de cotas de nível

A11 – Marcação de eixos

Exemplo de marcação de eixos

Exemplo de marcação de eixos

A12 – Marcação de cortes

Exemplo de marcação de cortes

Exemplo de marcação de cortes

A13 – Marcação de detalhes

Exemplo de marcação de detalhes

Exemplo de marcação de detalhes

A14 – Numeração e títulos dos desenhos

Exemplo de numeração e título de desenho

Exemplo de numeração e título de desenho

A15 – Indicação de fachadas e elevações

Exemplo de indicação de fachada

Exemplo de indicação de fachada

 

 

 

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